Quem são os deputados federais eleitos em Mato Grosso do Sul

Composição da nova bancada

Os eleitores de Mato Grosso do Sul escolheram, no último dia 4, os oito deputados federais que representarão o estado na Câmara dos Deputados a partir de 2027. Dentre os eleitos, cinco são reeleitos, uma deputada retorna ao cargo e duas são novas no legislativo federal.

A composição da nova bancada de deputados federais do Mato Grosso do Sul contará com o partido PL ocupando a maior quantidade de cadeiras, com um total de três deputados. Os outros partidos com representantes eleitos são os Republicanos, com duas cadeiras, e o PT, União Brasil, e PP, cada um com uma cadeira.

Destaques da eleição

Uma das grandes novidades dessa eleição foi a deputada Camila Jara (PT), que se destacou como a mais votada, recebendo 153.970 votos, o que representa 10,90% dos votos válidos, estabelecendo um novo recorde de votação feminina no estado. Com isso, a participação feminina na bancada de Mato Grosso do Sul aumentará de uma para quatro deputadas, com a inclusão de Rose Modesto (União Brasil), Mara Caseiro (PL) e Isa Marcondes (Republicanos).

deputados federais Mato Grosso do Sul

Além de Camila Jara, outros deputados reeleitos incluem Marcos Pollon (PL), que recebeu 140.120 votos e Rodolfo Nogueira (PL), com 103.272 votos. Rose Modesto, que retorna após um mandato anterior, foi a terceira mais votada, com 124.390 votos. As estreantes Mara Caseiro e Isa Marcondes também se destacaram ao conseguir a confiança do eleitorado, enquanto Dagoberto Nogueira (PP) garantiu sua reeleição com 56.068 votos.

Aumento da representatividade feminina

O crescimento da representatividade feminina na Câmara dos Deputados de Mato Grosso do Sul é um dado relevante a ser destacado. A partir de 2027, a bancada contará com quatro mulheres, que são Camila Jara, Rose Modesto, Mara Caseiro e Isa Marcondes. Esse aumento reflete uma tendência de maior participação feminina na política, proporcionando uma diversidade de vozes e representações nos espaços de decisão.

Essa nova configuração eleitoral não só traz um novo fôlego à bancada, mas também pode influenciar positivamente na elaboração de políticas que atendam às demandas e interesses das mulheres, garantindo que suas vozes sejam ouvidas e consideradas nas pautas nacionais.