Os deputados estaduais eleitos em Mato Grosso do Sul em 2026 ocuparão 24 cadeiras na Assembleia Legislativa a partir de 2027. O Partido Liberal (PL) conquistou a maior bancada, com nove vagas, segundo os resultados eleitorais apresentados na publicação de 4 de outubro de 2026.
A composição das bancadas também inclui o Partido dos Trabalhadores (PT), com quatro eleitos, e PSDB e Progressistas, com três cada. Republicanos terá dois deputados; MDB, União Brasil e Avante elegeram um representante cada.
Os mandatos são para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), e a eleição ocorreu em 4 de outubro de 2026. Dos 24 eleitos, 16 já exerciam mandato, enquanto oito assumiriam uma cadeira pela primeira vez, conforme o texto da publicação.

A relação reúne os eleitos, seus partidos e as votações, além de apontar mudanças entre as bancadas e na composição da ALEMS. Zé Teixeira, do PL, foi o mais votado, seguido por Paulo Corrêa, também do PL, e Caravina, do PSDB.
Composição das bancadas e mudanças entre os partidos
Além das vagas conquistadas, os resultados mostram alterações no tamanho de algumas bancadas em relação à legislatura atual. Segundo a publicação, Novo, PSB e Podemos haviam eleito um deputado cada e não terão representantes na próxima composição da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.
O Republicanos passará de quatro deputados para dois, uma redução de 50%. Já o PL ampliará sua bancada de quatro para nove parlamentares, crescimento de 125%, conforme os dados divulgados sobre as eleições.
As mudanças partidárias acompanham a renovação dos mandatos na ALEMS. A lista dos deputados estaduais eleitos em Mato Grosso do Sul também identifica quem chega à Assembleia sem ter exercido mandato na legislatura atual e quem deixa a Casa.
Lista dos eleitos, votação e alterações na ALEMS
Zé Teixeira (PL) recebeu 54.080 votos, seguido por Paulo Corrêa (PL), com 44.541, e Caravina (PSDB), com 43.845. Na sequência, aparecem Zeca do PT (PT), com 42.714 votos; Coronel David (PL), com 41.492; André Puccinelli (MDB), com 40.602; Tiago Botelho (PT), com 39.387; e Ângelo Guerreiro (PSDB), com 37.704.
Gianni Nogueira (PL) obteve 36.108 votos e Odilon Ribeiro (PL), 35.905. Gerson Claro (PP) foi eleito com 35.767 votos, Londres Machado (PP), com 35.581, e Helio Peluffo (PP), com 31.435. Também integram a lista Daverson Matos (PL), com 30.604 votos; Professora Gleice Jane (PT), com 29.844; Andre Salineiro (PL), com 28.437; e Pedro Kemp (PT), com 28.397.
Lucas de Lima do Amor Sem Fim (PL) recebeu 26.204 votos e Professor Rinaldo Modesto (União), 23.763. Marcio Fernandes (PL) teve 23.122 votos, Renato Câmara (Republicanos), 20.976, Lídio Lopes (Avante), 20.801, e Paulo Duarte (PSDB), 20.029. Pedrossian Neto (Republicanos) fecha a relação, com 19.516 votos.
A publicação aponta como nomes que não exerciam mandato na legislatura atual André Puccinelli, Tiago Botelho, Ângelo Guerreiro, Gianni Nogueira, Odilon Ribeiro, Helio Peluffo, Daverson Matos e André Salineiro. Há uma divergência no próprio texto: o título dessa relação informa nove nomes, mas a lista contém oito. Entre os que deixam a ALEMS estão Antonio Vaz, Hashioka, Jamilson Name, João César Mattogrosso, João Henrique Catan, Junior Mochi, Lia Nogueira e Mara Caseiro; a publicação informa que Catan disputou o governo e não venceu, enquanto Mara Caseiro foi eleita deputada federal.


